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Enquanto a nora é assessora num tribunal de contas da Bahia desde novembro de 2010, o filho se tornou conselheiro em outro em 28 de dezembro: é assim que o senador Otto Alencar (PSD-BA) amplifica a própria influência no estado. Mas a relação dele com as cortes, responsáveis pela fiscalização contábil, é mais antiga, uma vez que o próprio parlamentar – atual presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado – ocupou um cargo semelhante ao do herdeiro antes de alavancar a carreira política.

A consolidação do poder veio no apagar das luzes de 2025, quando Otto Alencar Filho, de 48 anos, renunciou à vaga na Câmara dos Deputados para tomar posse como conselheiro no Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA). Trata-se de um cargo vitalício, com rendimentos que ultrapassam o teto constitucional – e do Congresso Nacional – devido aos penduricalhos.

Levantamento da coluna Tácio Lorran mostra que o TCE-BA desembolsou supersalários acima de R$ 82,9 mil por mês a conselheiros em 2025. O total ultrapassou R$ 4,4 milhões.

Otto Filho chegou ao cargo por indicação do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), aliado do pai. No xadrez da política, pesou a favor do ex-deputado federal a movimentação de Otto Alencar.

“Tenho formação acadêmica sólida com uma especialização internacional e três pós-graduações nacionais, bem como um histórico de conquistas e realizações no setor privado de aproximadamente 25 anos, como executivo e empresário, e no setor público de 10 anos”, disse o novo conselheiro do TCE-BA à coluna.

Fonte: metropoles.com

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