É admirável como muitas pessoas – inclusive cristãs — desconhecem a origem e o verdadeiro significado do Carnaval. Outros até conhecem, mas preferem ignorar, assistindo pela televisão ou participando com a justificativa de que estão “evangelizando”, quando, na verdade, sabem que não é bem assim.
O Carnaval, em cidades como Salvador e Rio de Janeiro, tornou-se símbolo de excessos, sensualidade e liberdade sem limites. Mas a pergunta que o cristão precisa fazer não é sobre a cultura, e sim sobre sua posição espiritual.
A Bíblia é clara. Em Salmo 1:1 está escrito:
“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.”
A Palavra não fala apenas de um evento, mas de ambientes, influências e escolhas.
Até que ponto o cristão está preparado para estar em meio a essas festividades sem se contaminar?
Será que realmente está evangelizando, ou apenas encontrando uma desculpa para participar?
Está influenciando ou sendo influenciado?
Estar de férias não significa tirar férias dos princípios. Descansar é necessário, mas não à custa dos valores espirituais.
O verdadeiro cristão entende que nem tudo que é permitido convém (1 Coríntios 10:23). A fé não é apenas o que se professa no templo, mas também as escolhas feitas quando ninguém está olhando.
Mais do que criticar, é tempo de refletir:
Onde tenho colocado meus pés?
Que ambientes tenho frequentado?
Minha presença glorifica a Deus?
Que cada um examine a si mesmo diante do Senhor.
