As Forças de Defesa de Israel informaram neste sábado (28) que “altas autoridades” do Irã teriam sido alvejadas na mais recente ofensiva militar. No entanto, o governo israelense não confirmou se o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, está entre os possíveis alvos da ação.


Segundo um porta-voz militar, integrantes da liderança iraniana envolvidos em supostos planos contra Israel podem ser considerados objetivos estratégicos dentro da operação em curso. A declaração reforça o tom mais incisivo adotado por Tel Aviv diante da escalada das tensões no Oriente Médio.


De acordo com os militares israelenses, a atual ofensiva possui um alcance mais amplo do que a realizada em 2025, quando instalações nucleares iranianas foram atingidas. Desta vez, o foco estaria na redução de capacidades militares, no enfraquecimento de estruturas classificadas por Israel como terroristas e na atuação de grupos aliados de Teerã na região, além de tentar conter o avanço do programa de mísseis iraniano.

O governo de Israel também anunciou a convocação de aproximadamente 70 mil reservistas para reforçar a defesa aérea e a segurança nas fronteiras. Nas últimas horas, autoridades israelenses relataram dezenas de ataques atribuídos ao Irã, mas sem registro de danos significativos até o momento.
O cenário mantém a comunidade internacional em alerta, diante do risco de ampliação do conflito e de seus possíveis impactos na conflito e de seus possíveis impactos na estabilidade regional.
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